Gravador de câmeras de segurança pode ser peça fundamental em caso de mulher que desapareceu em Caldas Novas
Daiane Alves está desaparecida há mais de um mês e foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025

A Polícia Civil de Goiás (PC) deu mais um passo nas investigações sobre o desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos. A corporação agora analisará o gravador das câmeras de segurança do prédio onde ela mora, que foi apreendido e encaminhado para perícia.
À TV Anhanguera, o delegado responsável pelo caso, André Luiz Barbosa, informou que o equipamento, conhecido como DVR, está sendo checado para verificar se houve algum tipo de adulteração.
“O DVR foi apreendido para certificarmos se houve ou não algum tipo de adulteração e, em caso positivo, qual foi, em que momento ocorreu e se existiam imagens que possam ter sido perdidas ou não repassadas à Polícia Civil”, explicou.
Além do gravador, também foram recolhidos objetos pessoais encontrados no apartamento da corretora. A mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, informou que uma escova de cabelo da filha foi levada para análise de DNA.
Em tempo
Daiane Alves Souza está desaparecida há mais de um mês. Ela foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025, quando desceu até o subsolo do prédio onde mora, em Caldas Novas, no sul de Goiás, para restabelecer a energia elétrica do apartamento, que estava sem luz.
Antes de ir ao local, a corretora chegou a gravar um vídeo mostrando a falta de energia e enviou as imagens a uma amiga, informando que iria religar o padrão de energia.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Daiane entra no elevador conversando ao telefone, passa pela portaria e fala com o recepcionista. Em seguida, ela retorna ao elevador e desce para o subsolo, onde não foi mais vista.
A mãe da corretora havia combinado de viajar para Caldas Novas no dia seguinte ao desaparecimento para tratar das locações de fim de ano. No entanto, ao chegar ao local, não encontrou a filha.
Segundo Nilse, a porta do apartamento, que costumava ficar aberta, foi encontrada trancada. Diante da situação, a família registrou um boletim de ocorrência no mesmo dia.
Ainda de acordo com a mãe, Daiane tinha desavenças com pessoas do condomínio.
“Tivemos, no ano de 2025, muitos problemas que geraram processos contra o condomínio do prédio onde moramos. São ações que tramitam na Justiça de Caldas Novas”, afirmou.
Uma assembleia chegou a aprovar a expulsão da moradora, mas a decisão foi suspensa por determinação judicial.
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