China aposta em estruturas infláveis de até 50 metros para reduzir barulho e sujeira em obras
País adota bolhas infláveis em obras para reduzir poeira e ruído em até 90%, com sensores e estruturas gigantes nas cidades

Em meio ao avanço acelerado das cidades, a China aposta em uma solução inusitada para um problema antigo: os impactos das construções.
Em diversos centros urbanos, canteiros de obras passaram a ser cobertos por estruturas infláveis gigantes que funcionam como barreiras contra poeira e ruído.
A tecnologia já chama atenção pelo tamanho e pela eficiência, ao prometer reduzir os impactos ambientais sem interromper o ritmo das obras.
Estruturas gigantes e redução de até 90%
As chamadas “bolhas” podem alcançar até 50 metros de altura e cobrir áreas de até 20 mil metros quadrados, o equivalente a quase três campos de futebol.
Segundo reportagens locais, o uso dessas estruturas reduz entre 80% e 90% a emissão de poeira e poluição sonora. Em locais movimentados, como a rua Wangfujing, em Pequim, a tecnologia já permite que obras ocorram sem comprometer o fluxo turístico.
A iniciativa faz parte de diretrizes do governo chinês para tornar a construção civil mais sustentável até 2030.
Tecnologia e condições de trabalho
Os domos infláveis contam com sensores que monitoram pressão e temperatura em tempo real, garantindo segurança operacional.
Além disso, sistemas de ventilação controlam a circulação de ar e reduzem a concentração de partículas no ambiente interno.
Outro benefício é a proteção contra condições climáticas adversas, como chuva, vento e neve, o que contribui para reduzir paralisações e aumentar a produtividade.
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