Não é caminhada, nem natação: o exercício ideal para idosos com 60 anos ou mais ganharem força e equilíbrio

Com o avanço da idade, uma prática simples e cada vez mais recomendada tem chamado atenção por ajudar a manter autonomia e segurança no dia a dia

Layne Brito -
Não é caminhada, nem natação: o exercício ideal para idosos com 60 anos ou mais ganharem força e equilíbrio
(Foto: Divulgação/Paulo de Tarso/Secom)

Manter o corpo ativo após os 60 anos vai muito além da estética ou da disposição. Em uma fase da vida em que o equilíbrio, a força muscular e a autonomia passam a ter papel decisivo na rotina, escolher a atividade certa pode fazer diferença até nas tarefas mais simples.

Levantar da cadeira, subir escadas, caminhar com mais segurança e reduzir o risco de quedas são alguns dos desafios que entram no radar de quem busca envelhecer com mais qualidade.

Nesse cenário, o treino de força tem ganhado destaque por ir além das práticas mais lembradas pelo público, como caminhada e natação.

A proposta não está necessariamente em percorrer longas distâncias ou manter um ritmo intenso, mas em fortalecer grupos musculares importantes para sustentar o corpo, melhorar a estabilidade e garantir mais firmeza nos movimentos do cotidiano.

O treino de força aparece como uma das alternativas mais eficientes para idosos que desejam preservar a independência funcional.

A prática pode incluir exercícios simples, como levantar e sentar da cadeira com controle, ficar na ponta dos pés, fazer flexão na parede, realizar agachamentos leves e movimentos com o peso do próprio corpo.

O objetivo é reforçar pernas, braços, tronco e articulações, pontos essenciais para a mobilidade e para a prevenção de acidentes domésticos.

Além de ajudar no equilíbrio, esse tipo de exercício também pode contribuir para melhorar a resistência física, a confiança ao se movimentar e até a disposição para atividades rotineiras.

Com orientação adequada, a prática tende a se tornar uma aliada importante para quem quer envelhecer de forma mais ativa e segura.

Apesar dos benefícios, a recomendação é que qualquer mudança na rotina seja feita com acompanhamento profissional, especialmente em casos de dores, limitações ou doenças preexistentes.

O cuidado é indispensável para que o exercício traga resultados positivos sem comprometer a saúde.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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