Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras que beneficiam o consumidor em 2026

Novas regras para supermercados em 2026 prometem mais transparência nos preços e menos conflitos no caixa para consumidores

Gabriel Dias Gabriel Dias -
Supermercados como Assaí, Carrefour e Atacadão passam a seguir novas regras que beneficiam o consumidor em 2026
Os alimentos com maior impacto foram o feijão, a batata, o tomate, a carne bovina e o leite. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Em 2026, supermercados como Assaí, Atacadão e Carrefour, sendo as duas últimas do mesmo grupo empresarial, enfrentam uma fiscalização mais rigorosa sobre a transparência de preços e condições de venda, especialmente no modelo de atacarejo.

É importante destacar que a maioria dessas exigências não é nova. A Lei nº 10.962/2004 e o Decreto nº 5.903/2006 já estabelecem regras claras sobre exibição de preços.

O que muda é a aplicação mais padronizada dessas normas em todo o país, em resposta ao aumento de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor.

O que está sendo reforçado

Entre as exigências, destaca-se que o valor da gôndola deve ser respeitado no caixa. Havendo divergência, o consumidor paga o menor preço, direito garantido pelo Art. 5º da Lei nº 10.962/2004.

Limites de compra por CPF e condições de promoções também devem ser informados de forma visível, conforme já prevê o Código de Defesa do Consumidor.

A exibição do preço por unidade de medida (quilo, litro ou unidade), obrigatória desde 2015 pela Lei nº 13.175, também ganha destaque, facilitando a comparação entre produtos.

Como as redes estão se adaptando

Segundo reportagens de veículos como o Estado de Minas e O Povo, o Assaí passaria a detalhar melhor as condições do preço de atacado e a destacar produtos próximos ao vencimento.

O Atacadão estaria investindo na integração de sistemas para reduzir erros de cobrança, e o Carrefour buscaria garantir que descontos de aplicativos e programas de fidelidade fiquem visíveis antes do pagamento.

Essas informações, porém, não foram confirmadas por comunicados oficiais das empresas.

O que o consumidor deve fazer

A recomendação é conferir etiquetas, comparar preços por unidade de medida, guardar comprovantes e exigir correção imediata em caso de divergência.

Se o problema não for resolvido na loja, é possível registrar reclamação no Procon. Com maior fiscalização, a ida ao supermercado pode se tornar uma ferramenta mais eficiente para economizar.

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Gabriel Dias

Gabriel Dias

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Apaixonado por Telejornalismo e Jornalismo Cultural.

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