Não é Grécia, nem Maldivas: o destino internacional pouco conhecido que custa menos que uma viagem para o Rio de Janeiro

Destino europeu pouco óbvio reúne praias cristalinas, clima mediterrâneo e custos menores que roteiros famosos

Gabriel Dias Gabriel Dias -
Não é Grécia, nem Maldivas: o destino internacional pouco conhecido que custa menos que uma viagem para o Rio de Janeiro
(Foto: Captura de tela / Youtube)

Nem sempre o cenário de águas cristalinas, praias paradisíacas e vilarejos charmosos precisa estar ligado a destinos caríssimos e já lotados de turistas. Há lugares menos óbvios que entregam uma experiência parecida, mas com preços bem mais amigáveis.

Para quem sonha com uma viagem internacional em 2026 sem gastar como em roteiros clássicos da Europa ou do Caribe, esse destino vem chamando atenção justamente pelo custo-benefício, pela beleza natural e pelo clima mediterrâneo.

Esse lugar é a Albânia, especialmente a chamada Riviera Albanesa, uma faixa litorânea banhada pelo Mar Jônico e conhecida por praias de águas turquesas, como Ksamil, Saranda, Himarë e Dhërmi. A região é frequentemente comparada a destinos como Grécia e Maldivas, mas ainda pode sair mais barata para muitos turistas.

Riviera Albanesa combina beleza e economia

A Riviera Albanesa se destaca por reunir praias de água cristalina, montanhas, vilarejos costeiros e restaurantes à beira-mar. Ksamil, por exemplo, é uma das áreas mais famosas da região, enquanto Saranda funciona como uma base prática para explorar praias, passeios de barco e atrações próximas.

Outro ponto que torna o destino atrativo é o orçamento. Guias recentes de viagem apontam que a Albânia segue mais acessível do que muitos destinos mediterrâneos tradicionais, com opções econômicas de hospedagem, alimentação e transporte, embora os preços subam na alta temporada.

Destino ainda exige planejamento

Apesar do apelo de “paraíso barato”, a viagem exige atenção. A Riviera Albanesa fica distante do Brasil e pode envolver conexões aéreas, deslocamentos por terra ou chegada via países próximos, como a Grécia. Por isso, o custo final depende muito da época, da antecedência da compra e do roteiro escolhido.

A melhor estratégia para economizar é evitar julho e agosto, meses de maior movimento no verão europeu, e priorizar períodos como junho ou setembro, quando o clima ainda favorece praias e os valores tendem a ser mais equilibrados. Em cidades como Saranda, esses meses costumam oferecer mar agradável, menor lotação e melhor custo-benefício.

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Gabriel Dias

Gabriel Dias

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Apaixonado por Telejornalismo e Jornalismo Cultural.

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