Mpox: Goiânia, Anápolis e mais cinco municípios confirmam casos suspeitos do vírus
Conhecida como "varíola dos macacos", doença pode ser transmitida por meio do contato corporal com lesões e fluidos contaminados

A mpox – antigamente chamada de “monkeypox” e conhecida como “varíola dos macacos” – preocupa autoridades de saúde em vários estados brasileiros, e em Goiás não é diferente.
A Secretaria da Saúde de Goiás (SES-GO) já registrou 15 suspeitas da contaminação pelo vírus em 2026. A maioria foi observada em Goiânia, que concentrou nove delas.
Outras duas foram em Anápolis. Goianésia, Goianira, Jataí e Santa Cruz de Goiás completam a lista, cada cidade com um caso suspeito.
Das 15 notificações, 10 já foram descartadas e cinco continuam passando por avaliação clínica e exames laboratoriais. Por enquanto, não há nenhuma confirmação no estado.
Apesar disso, não é possível apontar quais municípios estão “fora do radar”: a pasta não divulgou os detalhes sobre os casos que ainda estão sendo investigados.
Até esta quarta-feira (25), o Brasil já havia confirmado 88 casos de mpox apenas este ano. Dados do Ministério da Saúde mostram que, embora não haja registros de morte pela doença, a incidência aumentou consideravelmente em poucos dias. Na última sexta-feira (20), eram 48 confirmações.
A maior parte dos casos está no estado de São Paulo, que concentra 62 deles. Há, ainda, 15 no Rio de Janeiro, quatro em Rondônia, três em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul e um no Distrito Federal (DF) e no Paraná.
Entenda a contaminação
A mpox é uma doença causada pelo vírus monkeypox, que é da mesma família da varíola. A transmissão acontece principalmente pelo contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados.
Apesar do nome, os macacos não são a preocupação. Mesmo assim, pessoas que têm contato físico com animais infectados podem se infectar – e roedores entram nessa lista.
Os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço e aumento dos linfonodos. Podem surgir também lesões na pele, que pode ocorrer no rosto, região genital, perianal, palmas da mão e do pé, e mucosa.
A recomendação dos profissionais é que se evite o contato corporal pele e pele. Para pessoas que tiverem as manifestações clínicas da doença, o ideal é que se afastem durante o período de transmissibilidade, que corresponde ao tempo em que as lesões estão ativas.
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