Motorista de aplicativo expõe verdadeiro cenário do MotoGP em Goiânia e defende: “foi um balde de água fria”

Profissional conta ter se frustrado após ir até a capital para tentar aproveitar a movimentação

Natália Sezil -
Motorista de aplicativo conta ter se decepcionado ao ir para Goiânia durante o MotoGP.
Motorista de aplicativo conta ter se decepcionado ao ir para Goiânia durante o MotoGP. (Foto: Reprodução/@uberhistorias)

Um motorista de aplicativo revela ter se decepcionado ao viajar de Anápolis até Goiânia para tentar aproveitar a movimentação do MotoGP, que vai até este domingo (21).

A expectativa dele era de que a demanda por corridas fosse alta, devido ao grande número de turistas e visitantes que estão na capital para acompanhar a competição. Isso, no entanto, parece não ter acontecido.

A legenda da publicação feita no Instagram já adianta: “a cidade está cheia, mas não tem trabalho”. O internauta conta que não foi o único que se deslocou para tentar lucrar durante o evento.

“Vários motoristas vieram de outras cidades, outros estados, até para rodar aqui em Goiânia, por conta do MotoGP, mas foi um balde de água fria”, desabafou.

Ele ainda afirma: “um detalhe que eu fiquei sabendo: no aeroporto de Goiânia, muitos passageiros desembarcaram e ninguém chamava corrida de aplicativo”. A alternativa usada pelos turistas, segundo o profissional, foram as vans, que saíam cheias para os hotéis.

“Já tem mais de uma hora que eu estou online aqui, e o movimento está ‘miado’. Essa é a verdade que ninguém mostra”, defendeu.

Nos comentários do vídeo, alguns motoristas concordaram com as declarações. Um relatou: “está pior que o movimento normal”. Outro completou: “achei que o problema era eu. Criei expectativa desde quarta, achando que ia ser bom, mas deu ruim”.

Parte dos motivos que podem justificar esse cenário é a adaptação do transporte público para atender aos interessados na competição. O trânsito da capital sofreu várias alterações para se adequar ao alto fluxo.

Os visitantes que usaram carros particulares foram aconselhados, por exemplo, a dirigir até os bolsões de estacionamento. Dali, eles pegariam traslados até o Autódromo Internacional Ayrton Senna.

O Centro Cultural Oscar Niemeyer foi um destes pontos, que contou com seis bolsões, área exclusiva de credenciamento e embarque e desembarque ao lado do estacionamento principal.

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Natália Sezil

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás, é estagiária do Portal 6 e atua na cobertura do cotidiano. Apaixonada por boas histórias, gosta de ouvir as pessoas, entender contextos e transformar relatos em narrativas que informam e conectam o público.

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