A quantidade máxima de ovos que uma pessoa pode comer por dia, segundo profissionais da saúde
Embora sejam nutritivos, os ovos ainda exigem atenção em alguns casos e não devem ser consumidos sem considerar o restante da dieta

A quantidade máxima de ovos que uma pessoa pode comer por dia não tem uma resposta única, apesar do alimento fazer parte da rotina de muita gente no café da manhã, no almoço ou em receitas rápidas.
Durante anos, o ovo foi visto com desconfiança por causa do colesterol presente na gema. No entanto, profissionais da saúde passaram a tratar o tema com mais equilíbrio, considerando o conjunto da alimentação e o histórico de cada pessoa.
De forma geral, para adultos saudáveis, o consumo de um ovo por dia costuma ser apontado como uma referência segura.
- Consumidor é cobrado em dobro na fatura da internet e descobre que lei obriga a empresa a devolver o valor em dobro com juros
- Fim da escala 6×1: advogado explica como fica a situação de quem trabalha de segunda a sexta
- Homem deixa a cidade, constrói ilha flutuante com materiais descartados e vive nela por 17 anos com casa de 2 andares, horta, galinheiro, painéis solares e sistema próprio de água
A Harvard Health Publishing afirma que uma média de um ovo diário pode fazer parte de uma dieta saudável.
Quando o limite muda
A British Heart Foundation também destaca que, para a maioria dos adultos, comer um ou dois ovos por dia dificilmente será um problema, desde que isso ocorra dentro de uma alimentação equilibrada.
O cuidado deve ser maior para pessoas com colesterol muito alto, hipercolesterolemia familiar, condição genética que eleva os níveis de LDL desde o nascimento; doenças cardíacas ou outras condições específicas.
Nesses casos, a orientação precisa ser individualizada por médico ou nutricionista.
O que o ovo oferece
O ovo é valorizado por conter proteínas de boa qualidade, vitaminas do complexo B, vitamina D e minerais importantes.
Também fornece colina, vitamina B8, nutriente associado ao funcionamento do cérebro e do sistema nervoso.
Além disso, costuma gerar saciedade, o que pode ajudar quem busca controlar a fome ao longo do dia.
Mesmo assim, a forma de preparo faz diferença. Ovos cozidos ou pochê (escalfados) tendem a ser opções mais leves.
Enquanto preparações com manteiga, bacon, embutidos ou excesso de óleo aumentam a presença de gordura saturada e sal.
Outro alerta envolve ovos crus ou malcozidos, que podem elevar o risco de contaminação por salmonella, uma bactéria que causa infecções intestinais graves conhecidas como salmonelose.
Por isso, o consumo seguro também depende do preparo adequado.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!








