Jovem de Anápolis que matou e ateou fogo no filho recém nascido vai a júri popular
Com a decisão desfavorável, Isabella Freire aguarda a marcação da data para que seja submetida ao julgamento
Acusada de matar o filho recém-nascido em maio de 2021, em Anápolis, Isabella Freire vai à júri popular. O recurso da defesa que pedia que ela não fosse submetida ao tribunal do júri foi negado pelo Tribunal de Justiça.
Com a decisão desfavorável, Isabella aguarda a marcação da data para que seja submetida ao julgamento do comissão designada para avaliar o caso.
A decisão acolhe pedido do Ministério Público de Goiás (MPGO), que ofereceu a denúncia contra Isabella ao judiciário.
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Relembre o caso
Isabella Freire, de 26 anos é acusada de matar o filho recém nascido em maio de 2021. No dia 12 daquele mês, a criança foi encontrada dentro de uma caixa de papelão, em um lote baldio no Residencial das Cerejeiras.
Ela é acusada do crime de ocultação de cadáver e homicídio duplamente qualificado.
O inquérito policial aponta que o pequeno morreu por asfixia, pois a mãe o enrolou em um cobertor e o colocou dentro de uma caixa de papelão antes de abandoná-lo e atear fogo no corpo.




