Jogo de futsal acaba em pancadaria após desentendimento entre árbitro e jogador

Envolvidos apresentaram, às autoridades, versões diferentes sobre o ocorrido

Natália Sezil Natália Sezil -
Jogo de futsal acaba em pancadaria após desentendimento entre árbitro e jogador
Torcedores registraram agressões entre árbitro e jogador. (Foto: Reprodução)

Um jogo de futsal acabou em pancadaria após árbitro e jogador se desentenderem ao final da partida, no Ginásio de Esporte Municipal de Cocalzinho de Goiás, na noite desta sexta-feira (04).

A confusão foi registrada por torcedores que estavam nas arquibancadas. No vídeo, é possível ver que os dois envolvidos já estão passando por discordâncias verbais.

O árbitro, de 50 anos, está sentado no canto da quadra, e gesticula para o jogador, de 24 anos. As imagens mostram tanto gestos de “tchau” – após supostamente tê-lo expulsado da partida – quanto movimentos os chamando.

Enquanto isso, o jovem tenta se aproximar do homem, andando pelo local enquanto é segurado por colegas. Ele se aproxima e se afasta algumas vezes, até que consegue chegar perto do profissional.

Nesse momento, o homem se levanta e vai ao encontro do jogador. As agressões físicas começam, trocando chutes e socos, até que eles caem no chão.

A briga só para quando testemunhas conseguem separar os dois envolvidos. Ambos precisam ser segurados por colegas para que a confusão não continue.

Com isso, foi acionada a Polícia Militar (PM). Às autoridades, entretanto, os dois envolvidos teriam contado versões diferentes da história.

O jovem teria relatado que estava sendo insultado pelo profissional desde o início do jogo, e que havia tentado “tirar satisfações”.

Já o homem teria dito que o jogador vinha causando transtornos por conta de um colega, que supostamente estava irregular na partida.

As versões também teriam divergido quanto a um ponto específico das agressões. Isso porque o jovem teria tido o braço cortado durante a confusão.

Jovem alegou ter sido cortado durante a briga. Polícia encontrou um canivete na quadra. (Foto: Reprodução)

Ele teria explicado isso dizendo que o árbitro carregava um canivete, que teria, depois, entregado a outro profissional para que escondesse. Já o homem teria rebatido essa alegação, defendendo se tratar de uma caneta.

No chão da quadra, os policiais teriam encontrado, de fato, um canivete, mas sem conseguir definir quem seria o dono.

Diante disso, o caso foi encaminhado à delegacia, onde a Polícia Civil (PC) formalizou o ocorrido e deve ficar responsável por possíveis desdobramentos.

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