A regra que a maioria das pessoas que trabalham em pé não conhecem, segundo advogada
Muitos profissionais desconhecem detalhe simples que pode mudar completamente a rotina diária

Uma norma pouco conhecida por grande parte dos trabalhadores brasileiros voltou ao centro das discussões após o reforço na fiscalização em 2026: empresas são obrigadas a oferecer condições adequadas de descanso para funcionários que exercem atividades predominantemente em pé.
A exigência, prevista na Norma Regulamentadora nº 17, trata de ergonomia no ambiente de trabalho e estabelece diretrizes para preservar a saúde física dos profissionais.
De acordo com as orientações do Ministério do Trabalho e Emprego, a regra determina que empregadores disponibilizem assentos próximos aos postos de trabalho, permitindo pausas durante a jornada.
A medida se aplica a diversos setores, como comércio, indústrias, farmácias e serviços em geral, onde é comum a permanência prolongada em pé. O objetivo é reduzir impactos como fadiga, dores musculares e problemas circulatórios.
O descumprimento da norma pode gerar penalidades administrativas, incluindo multas e autuações. Em casos mais graves, a negligência pode resultar em ações judiciais por danos morais ou problemas de saúde relacionados ao trabalho.
A fiscalização tem sido intensificada, com foco em garantir que as empresas cumpram não apenas a oferta dos assentos, mas também a efetiva possibilidade de uso pelos funcionários.
Na prática, a norma busca equilibrar produtividade e bem-estar, incentivando condições mínimas de conforto no ambiente profissional.
Embora simples, a medida ainda é pouco difundida entre trabalhadores, o que limita sua aplicação no dia a dia.
Com o aumento das ações fiscalizatórias, a tendência é que o tema ganhe mais visibilidade, reforçando a importância do cumprimento das regras de ergonomia como parte essencial das relações de trabalho no país.
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