Anápolis, Caldas Novas e Itumbiara registram primeiros casos da Gripe K em Goiás
Apesar das contaminações, Secretaria da Saúde aponta que subtipo da H3N2 ainda não deixou vítimas graves

Um subtipo da Influenza A, nome dado à H3N2, acendeu alertas na saúde de Goiás. Trata-se do subclado K, que contaminou pelo menos três pessoas no estado – em Anápolis, Caldas Novas e Itumbiara.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), todos os casos foram leves e evoluíram para cura. A variação é o suficiente para reforçar cuidados, mas não significa, ainda, nenhuma mudança significativa em gravidade clínica, internações ou mortes.
O subclado K da gripe passou a ser identificada no Brasil no final de 2025, quando uma moradora do Pará registrou ter contraído o vírus após uma viagem internacional.
A doença já havia sido observada em países do hemisfério norte, como Estados Unidos e Canadá. No Brasil, o que se via era uma circulação mais intensa e antecipada em relação ao visto nesses países. Na prática, isso significava um aumento no número de internações.
Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas são os mesmos já conhecidos, como febre, dor no corpo, tosse e cansaço. Vale atenção aos sinais de agravamento, como falta de ar e piora rápida do quadro.
A principal forma de evitar contaminações também continua sendo a mesma: a vacinação. Goiás deu início à campanha de imunização contra a Influenza no dia 28 de março.
O foco, por enquanto, é atender os grupos prioritários, como gestantes, crianças e idosos com 60 anos ou mais. As doses protegem não só contra a Influenza A (H3N2) como também contra a Influenza A (H1N1) e a Influenza B (linhagem Victoria).
Goiás registrou 2.231 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) até o momento, em 2026. Desses, 84 foram pela gripe. Houve 99 óbitos confirmados, dos quais 8 foram pela Influenza.
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