Não é Salvador, nem Recife: cidade de quase 500 anos no Nordeste une praias, clima tropical e arquitetura preservada
Entre ladeiras e casarões históricos, a cidade preserva séculos de cultura e tradição em um dos cenários mais marcantes do Brasil

Entre ladeiras íngremes e construções que parecem ter parado no tempo, existe uma cidade brasileira onde cada passo revela uma nova história.
O cenário, que mistura cores, tradição e paisagens marcantes, guarda séculos de memória viva.
Fundada em 1535 por Duarte Coelho Pereira, Olinda, em Pernambuco, surgiu em um ponto estratégico no alto da costa, permitindo uma visão privilegiada do mar.
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A localização favoreceu o crescimento da cidade, que se tornou um dos principais polos econômicos do Nordeste durante o ciclo da cana-de-açúcar.
Mesmo após enfrentar episódios de destruição, como a invasão holandesa no século XVII, o município foi reconstruído, preservando traços importantes da arquitetura colonial.
Esse cuidado, ao longo do tempo, ajudou a manter viva a identidade histórica que hoje define a cidade.
O centro histórico reúne cerca de 1.500 imóveis em apenas 1,2 km², com casarões, igrejas barrocas e ruas de pedra que atraem visitantes de todo o país.
Foi esse conjunto que garantiu a Olinda o título de Patrimônio Mundial da UNESCO, consolidando sua relevância cultural.
Entre os destaques estão o Alto da Sé, com vista para o litoral, e construções como o Mosteiro de São Bento e a Igreja do Carmo.
A experiência se completa com a gastronomia local e manifestações culturais, especialmente no Carnaval, quando os tradicionais bonecos gigantes tomam as ruas.
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