Menino de 12 anos tropeça em museu de Taiwan e rasga um quadro avaliado em R$ 5,2 milhões, pintado há mais de 350 anos por um artista renomado
Acidente registrado por câmeras ocorreu durante exposição em Taiwan e envolveu uma pintura italiana com mais de três séculos

Uma visita a uma exposição de arte em Taiwan terminou em um acidente que ganhou repercussão internacional. Um menino de 12 anos tropeçou dentro de um museu em Taipei e acabou abrindo um buraco em uma pintura rara avaliada em US$ 1,5 milhão.
O caso ocorreu em 2015, durante uma mostra de obras italianas. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o garoto caminhava pelo espaço, segurando um copo, quando perdeu o equilíbrio.
Ao tentar se apoiar para não cair, ele colocou a mão diretamente sobre a tela. O impacto abriu um rasgo do tamanho aproximado de um punho na parte inferior da pintura.
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Obra rara
A pintura atingida se chama “Flores” e é atribuída ao artista italiano Paolo Porpora, que viveu no século 17. A obra tem mais de 350 anos e era uma das peças de destaque da exposição.
Segundo a imprensa internacional, a tela era considerada especialmente rara por ser uma das únicas obras assinadas conhecidas do artista em exibição pública.
Apesar do susto, os organizadores trataram o episódio como um acidente. A família do menino não foi responsabilizada pelos custos do reparo, já que a obra estava segurada.
Restauração e debate
Depois do incidente, a pintura foi retirada da exposição para passar por avaliação e restauração. A situação também reacendeu uma discussão comum em museus: como aproximar o público de obras raras sem colocar o patrimônio em risco.
Exposições de arte precisam equilibrar acesso, segurança e preservação. Barreiras, distância mínima, monitoramento e seguros ajudam a reduzir riscos, mas não eliminam completamente a chance de acidentes.
O caso do menino em Taiwan mostra como um simples tropeço pode ganhar proporções enormes quando envolve uma obra histórica e milionária.
Mais do que uma cena curiosa, o episódio virou um lembrete sobre a fragilidade de peças antigas e o cuidado necessário em ambientes que preservam parte importante da história da arte.
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