Milionários do “baixo consumo”: o novo estilo de vida que anda de carro usado, evita roupas novas e gastos desnecessários e redefine o que significa ser rico hoje
Grupo de alta renda troca luxo por austeridade e mostra que riqueza pode estar mais ligada a escolhas do que ao consumo
Em um cenário em que ostentar ainda é visto como sinônimo de sucesso, um grupo de pessoas com alto poder aquisitivo vem chamando atenção por seguir um caminho completamente oposto.
São os chamados milionários do “baixo consumo”, que optam por uma vida simples, mesmo tendo dinheiro de sobra.
Informações retiradas do portal Terra indicam que a lógica por trás desse comportamento não é falta de recursos, mas estratégia. Ao reduzir gastos com itens considerados supérfluos, eles conseguem investir mais, acumular patrimônio e conquistar liberdade financeira mais cedo.
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Estilo de vida simples, patrimônio elevado
Diferente do imaginário popular, esses milionários não vivem cercados de luxo. Muitos dirigem carros antigos, evitam compras frequentes e priorizam gastos essenciais.
Um exemplo é o da empresária Shang Saavedra, que, apesar de multimilionária, vive em uma casa alugada, dirige um carro de 16 anos e faz compras em seções mais econômicas do supermercado.
A decisão é consciente: ela e o marido preferem investir em ativos de longo prazo, como imóveis e educação.
Outro caso é o de Annie Cole, que possui patrimônio superior a um milhão de dólares, mas mantém seus gastos mensais abaixo de US$ 4 mil. Ela opta por roupas de segunda mão e uma rotina financeira controlada.

Empresária Shang Saavedra, que, apesar de multimilionária, vive em uma casa alugada. (Imagem: Captura de tela/YouTube/
Marriage Kids and Money)
Austeridade não é pobreza
Apesar de parecer contraditório, esse estilo de vida não está ligado à privação, mas à inteligência financeira. Especialistas apontam que gastar menos do que se ganha é uma das principais chaves para a construção de riqueza.
Além disso, ao evitar o consumo excessivo, esses milionários conseguem atravessar períodos de instabilidade econômica com mais tranquilidade e ainda direcionar recursos para investimentos ou até ações filantrópicas.
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