Québec vence licitação por R$ 131 milhões e vai continuar operando coleta e aterro em Anápolis
Empresa apresentou maior nota dentre as concorrentes e também o valor mais em conta ao município
Marcando o fim de um imbróglio que já se arrastava há dois anos, a Québec Ambiental venceu ambas as licitações que tratavam da coleta de lixo e da operação do aterro sanitário e seguirá a frente de ambas as atividades, em Anápolis.
A empresa garantiu o domínio dos dois lotes disponíveis no certame ao apresentar as propostas financeiras mais vantajosas. Ao total, a Prefeitura deverá pagar o montante de R$ 131 milhões por ano.
Se os trâmites administrativos seguirem o cronograma previsto, a assinatura do novo contrato deve ocorrer já nas próximas semanas, oficializando a continuidade da prestação de serviços no município.
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No lote de maior valor, que compreende a limpeza urbana e a coleta de lixo, a Québec desbancou as concorrentes Tecpav, Terracom e Ramac com uma proposta de R$ 103,6 milhões.
Além do fator econômico, a Quebéc atingiu a nota máxima nos critérios de avaliação técnica estabelecidos pela comissão de licitação.
O desempenho se repetiu na disputa pela operação do aterro sanitário, onde a empresa ofereceu o menor preço, fixado em R$ 28,1 milhões, e obteve a pontuação de 98,4 do colegiado responsável pela análise.
Para assegurar a vitória, a empresa comprovou sua capacidade operacional por meio de atestados validados por uma comissão técnica específica.
Essas certificações garantem que a Québec possui condições de executar serviços essenciais como varrição, manutenção de contentores, capina, roçagem e o manejo dos resíduos.
Apesar disso, o processo segue “travado” em virtude de um despacho que suspendeu os atos finais, o que impede a contratação definitiva da empresa até a resolução.
O desfecho da concorrência encerra uma série de idas e vindas que marcou a gestão do lixo na cidade desde 2024. O processo original, iniciado pelo ex-prefeito Roberto Naves (Republicanos), enfrentou uma suspensão determinada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Posteriormente, o prefeito Márcio Corrêa (PL) alternou decisões de retomada e suspensão até optar pelo cancelamento do edital anterior.
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