Sem novas pistas, bombeiros paralisam buscas por ativista desaparecido em Alto Paraíso de Goiás

João Paulo Vaz, conhecido como João Planta, foi visto pela última vez em 07 de dezembro, quando saiu para ajudar desconhecidos

Natália Sezil Natália Sezil -
Ativista João Paulo Vaz, conhecido como João Planta.
Ativista João Paulo Vaz, conhecido como João Planta. (Foto: Reprodução/@justicaporjoaoplanta)

O Corpo de Bombeiros decidiu por paralisar as buscas pelo ativista João Paulo Vaz, conhecido como João Planta, em Alto Paraíso de Goiás, município localizado na Chapada dos Veadeiros.

A atualização foi divulgada pela corporação na noite desta terça-feira (06). A tenente-coronel Gyovana da Cruz Martins explicou o motivo: a ausência de novos indícios ou vestígios que pudessem auxiliar na localização.

“Até o momento, não foram obtidas informações suficientes que permitam a definição de um ponto inicial concreto para continuidade ou ampliação das buscas”, afirmou.

A oficial detalhou que a falta de informações mais precisas, como o último local em que João foi visto, ou possíveis rotas de deslocamento, limitam a eficácia das operações. Os bombeiros pedem que quaisquer novidades sobre o jovem sejam compartilhadas, pelo 193 ou pelo (61) 99883-7341.

Cães e drones têm sido empenhados para procurar o ativista, que foi visto pela última vez no dia 07 de dezembro. Segundo amigos, ele desapareceu na região da Cidade Alta, quando saiu de casa para ajudar dois homens desconhecidos a desatolarem um carro.

Ele saiu “apenas com a roupa do corpo”, sem carregar documentos ou o próprio celular. Amigos receiam que possa se tratar de uma emboscada, devido a um atropelamento que João sofreu em abril de 2024.

O desaparecimento foi registrado junto à Polícia Civil (PC) em 16 de dezembro. Até o momento, no entanto, não foram divulgados desdobramentos do caso.

A família chegou a contratar um advogado para abordar a situação. Suenilson Sá afirmou à Record que solicitou habilitação aos autos da ocorrência nesta segunda-feira (05), e que aguarda para ter acesso a todas as informações.

A hipótese encarada por conhecidos é de que o desaparecimento não foi proposital. Segundo eles, o ativista não tinha problemas com a saúde mental nem histórico criminal, e conhecia bem o bioma.

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Natália Sezil

Natália Sezil

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás, é estagiária do Portal 6 e atua na cobertura do cotidiano. Apaixonada por boas histórias, gosta de ouvir as pessoas, entender contextos e transformar relatos em narrativas que informam e conectam o público.

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