Qual significado das cores das placas de trânsito?
As cores das placas funcionam como uma linguagem universal, que organiza o trânsito no Brasil e no mundo

As cores dos sinais de trânsito não foram escolhidas por questões estéticas ou aleatórias: elas foram pensadas para ter um significado maior, acelerar a leitura e reduzir erros do condutor, que tem poucos segundos para pensar.
No Brasil, a sinalização de trânsito é padronizada pela Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN), que tem um manual de sinalização responsável por regulamentar, advertir e orientar o motorista, com regras de padronização nacional.
Na prática, cada cor transmite uma mensagem específica. O vermelho, por exemplo, está associado à proibição ou parada obrigatória, como na placa de “PARE”.
O amarelo costuma indicar advertência, alertando para situações de risco, para já deixar o condutor atento. O verde aparece nas placas de indicação de destinos e distâncias, comuns em rodovias.
Já o azul identifica serviços, como hospitais, telefones públicos ou postos de combustível. O marrom é usado para sinalizar pontos turísticos e áreas de interesse cultural.
Essa padronização não é exclusiva das ruas brasileiras, uma vez que o Brasil segue diretrizes semelhantes por influência da Convenção de Viena sobre Sinalização Rodoviária (1968), que buscou criar coloração e formato homogêneos para placas ao redor do mundo, buscando facilitar a compreensão internacional.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o Manual on Uniform Traffic Control Devices (MUTCD) também associa o laranja a obras e manutenção na via, reforçando o uso das cores como linguagem universal do trânsito.
Mesmo com pequenas variações regionais, a ideia é simples: as cores funcionam como códigos rápidos e universais, capazes de orientar, alertar e salvar vidas.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!





