Nem salmão, nem atum: o peixe que tem mais cálcio que o leite e custa bem pouco

Presente em mercados e bastante acessível, a sardinha em conserva se destaca pelo alto teor de cálcio e pelo valor nutritivo

Layne Brito -
o peixe que tem mais cálcio que o leite
(Foto: Reprodução/Freepik)

Quando o assunto é cálcio, muita gente pensa imediatamente no leite e nos derivados. Já entre os peixes mais lembrados, salmão e atum costumam aparecer como opções nobres, associadas à alimentação saudável.

Essa associação é tão comum que acaba deixando de lado outros alimentos igualmente interessantes, mas que costumam passar despercebidos no dia a dia.

Em meio à busca por produtos mais nutritivos e acessíveis, cresce também o interesse por opções que entreguem benefícios reais sem pesar no bolso.

E é justamente nesse ponto que alguns itens mais simples surpreendem, especialmente aqueles que fazem parte da rotina de muita gente, mas raramente recebem o mesmo destaque dado a alimentos considerados mais sofisticados.

É nesse cenário que a sardinha chama atenção. Pequena no tamanho e no preço, ela guarda um valor nutricional que costuma surpreender.

Isso porque a sardinha em conserva, especialmente quando consumida com as espinhas, pode oferecer uma quantidade elevada de cálcio, tornando-se uma alternativa interessante para quem deseja reforçar esse nutriente na alimentação sem gastar muito.

O detalhe que faz diferença está justamente nas espinhas, que ficam macias no processo de conservação e podem ser consumidas junto com o peixe.

É nessa parte que se concentra boa parte do cálcio, o que ajuda a explicar por que a sardinha se destaca tanto em comparação com outros alimentos bastante populares no dia a dia.

Além disso, ela também chama atenção por reunir outros nutrientes importantes, como proteínas, gorduras boas e vitaminas que contribuem para uma alimentação equilibrada.

Por ser prática, fácil de armazenar e versátil no preparo, a sardinha pode ser incluída em saladas, sanduíches, massas, tortas e diversas receitas simples.

Outro ponto que pesa a favor é o custo. Em um cenário em que muitos alimentos saudáveis acabam ficando caros, a sardinha aparece como uma opção mais acessível para quem quer variar o cardápio sem abrir mão de nutrientes importantes.

Por isso, ela acaba ganhando espaço não apenas pela praticidade, mas também pelo bom custo-benefício.

No fim das contas, a sardinha mostra que nem sempre os alimentos mais valorizados são os únicos que merecem destaque.

Discreta e muitas vezes subestimada, ela pode ser uma aliada poderosa para quem busca uma alimentação mais nutritiva, econômica e fácil de manter na rotina.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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