A cidade mais isolada do mundo fica no meio do Oceano Atlântico, tem 250 moradores e só dá pra chegar de barco em 7 dias
Sem aeroporto e cercada por milhares de quilômetros de oceano, ilha só pode ser acessada por longas viagens marítimas

No meio do Oceano Atlântico, a milhares de quilômetros do continente mais próximo, existe uma comunidade tão isolada que muitos a consideram a mais remota do planeta.
Com cerca de 250 moradores, o local vive praticamente desconectado do restante do mundo e só pode ser alcançado após uma longa viagem de navio.
A rotina dos habitantes é marcada por simplicidade, forte senso comunitário e grande dependência de embarcações que transportam alimentos, medicamentos e outros suprimentos essenciais.
Como não há aeroporto, qualquer visita exige planejamento e disposição para enfrentar dias seguidos em alto-mar.
Esse lugar é Tristão da Cunha, um arquipélago que integra o território britânico de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha.
Localizado a mais de 2 mil quilômetros da costa da África do Sul, ele é reconhecido como o assentamento humano permanentemente habitado mais isolado do mundo.
A principal forma de acesso parte da cidade de Cidade do Cabo. Dependendo das condições climáticas e do tipo de embarcação, a travessia pode levar de seis a sete dias. Como as vagas são limitadas, o deslocamento costuma ser restrito a moradores, pesquisadores e poucos turistas.
A economia local gira em torno da pesca, agricultura de subsistência e venda de selos e moedas para colecionadores. Os moradores compartilham sobrenomes, tradições e um estilo de vida baseado em cooperação e autossuficiência.
Apesar do isolamento extremo, Tristão da Cunha desperta fascínio em pessoas que sonham conhecer um dos lugares mais inacessíveis e singulares do planeta.
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