Empresária expõe preços na Feira da Lua e causa polêmica em Goiânia: “mais caro que shopping”

Local é reconhecido pela variedade e beleza das peças, mas valores praticados pelos feirantes divide opiniões

Ícaro Gonçalves -
feira da lua
Preços de roupas femininas na Feira da Lua tem dividido opiniões (Imagens: Captura de tela/Instagram/@eyneleite e Reprodução Tripadvisor)

As feiras de Goiânia, em geral, são conhecidas como ótimos lugares para encontrar roupas de qualidade a preços acessíveis, tendo como maior exemplo a Feira Hippie. No entanto, essa fama de preços bons já não aparece tanto na Feira da Lua, no Setor Oeste.

Um vídeo publicado no Instagram pela empresária goianiense Eyne Leite (@eyneleite) gerou repercussão ao questionar os preços praticados pelos comerciantes da feira, especialmente no setor de vestuário.

“Precisamos falar dos preços das roupas daqui da Feira da Lua. Eu fui olhar um conjunto aqui nesses dias, uma caos. Uma saia e uma baby look, R$ 450, tá bom pra vocês? R$ 450. Você vai olhar um vestido aqui, R$ 180. Vestido simples, tá?”, disse a mulher, enquanto passeava pelo local.

Segundo ela, itens como conjuntos femininos e vestidos estariam sendo vendidos por valores que já se aproximam ou até superam os praticados em shoppings da capital.

No vídeo, a empresária também questiona a mudança no perfil de preços da feira, tradicional ponto de compras do Setor Oeste e região.

Apesar da crítica aos valores, o vídeo também reconhece a variedade e o apelo visual das peças disponíveis, destacando a diversidade de estilos oferecidos pelos feirantes.

“Antigamente a gente comprava roupa aqui, mas hoje… ‘tá danado’. Cada roupa mais linda do que a outra, isso aí venhamos e convenhamos. Aqui são lindas as roupas, mas o preço…”, finalizou.

O vídeo viralizou na rede, alcançando mais de 150 mil visualizações e 7 mil curtidas. Nos comentários, os seguidores debatem sobre o que tem gerado os preços elevados.

Um deles é o próprio custo dos feirantes, que inclui aluguel das bancas, transporte de mercadorias, produção ou compra das peças e taxas para participar da feira.

Além disso, a concorrência com lojas online também influencia, já que essas plataformas conseguem vender roupas por valores muito baixos.

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Ícaro Gonçalves

Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

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