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Amado Batista pode ser indiciado por crime ambiental em Goianápolis

(Foto: Reprodução)

Agentes públicos envolvidos no episódio poderão ter de responder por peculato

O delegado Rodrigo Arana colocou em sigilo o caso envolvendo Amado Batista no município de Goianápolis, a 25km de Anápolis. O cantor já prestou depoimento e o teor não foi divulgado.

No início do mês, o vereador Sebastião Pereira Assis (PP) foi preso em flagrante utilizando um trator da Prefeitura de Goianápolis em obra na fazenda de Amado Batista. Ele pagou fiança de R$ 10.000 para ser liberado da cadeia pública local.

A denúncia de que o parlamentar estava ‘trabalhando’ com a máquina na propriedade do cantor foi feita anonimamente ao Ministério Público de Goiás (MP-GO).

A Lei Orgânica de Goianápolis autoriza o empréstimo de máquinas, mas para isso é necessário um termo de responsabilidade. Nem Amado Batista, nem o vereador Sebastião Pereira Assis, nem a Prefeitura havia apresentado o documento.

Além disso, o local onde se encontra a fazenda do cantor faz parte de uma área de proteção ambiental e as licenças necessárias também não haviam sido apresentadas.

A previsão é que o inquérito seja finalizado nos próximos dez dias e remetido à Justiça. Os agentes públicos podem ser indiciados por peculato, crime cometido por quem se apropria ilegalmente de algum bem público, e Amado Batista por crime ambiental.

O cantor ainda não se pronunciou sobre o assunto.

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