Supermercados passam a ter novas regras em 2026; veja o que muda nas compras dos consumidores

Mudanças tornam fiscalização mais rígida e podem gerar multas imediatas em caso de irregularidades

Gabriel Dias Gabriel Dias -
Supermercados passam a ter novas regras em 2026; veja o que muda nas compras dos consumidores
(Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)

A rotina de quem faz compras em supermercados deve mudar em 2026 com o reforço na fiscalização de regras relacionadas à exibição de preços.

Embora as normas já existam há anos, a aplicação mais rigorosa em todo o país promete impactar tanto consumidores quanto empresas do setor.

As determinações estão previstas em legislações federais que tratam da transparência na informação de preços, mas agora passam a ser monitoradas de forma mais frequente, após o aumento no número de reclamações registradas por consumidores.

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O que muda nas regras de preços

Entre as principais alterações está o tratamento dado à divergência de valores. Quando o preço informado na prateleira for diferente do cobrado no caixa, o consumidor tem direito de pagar o menor valor anunciado.

Outra exigência reforçada é a obrigatoriedade de exibir o preço por unidade de medida, como quilo, litro ou metro, em todas as etiquetas. A medida facilita a comparação entre produtos e evita confusão na hora da compra.

Promoções com condições específicas, como limite de unidades por CPF, também devem estar claramente indicadas ao lado do preço. Já nos estabelecimentos do tipo atacarejo, a quantidade mínima necessária para obter descontos deve ser informada de forma visível.

Como o consumidor pode se proteger

Com as novas exigências, o consumidor passa a ter mais ferramentas para identificar irregularidades. Observar as etiquetas, conferir os valores no caixa e guardar o cupom fiscal são atitudes que ajudam a evitar prejuízos.

Registrar imagens de ofertas e promoções também pode ser útil em caso de divergência. Se o problema não for resolvido diretamente com o estabelecimento, os órgãos de defesa do consumidor continuam sendo o principal canal para formalizar reclamações.

A expectativa é que, com a fiscalização mais intensa, as irregularidades sejam corrigidas com maior rapidez, reduzindo práticas enganosas e garantindo mais transparência nas relações de consumo.

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Gabriel Dias

Gabriel Dias

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG). Apaixonado por Telejornalismo e Jornalismo Cultural.

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