Quanto ganha quem trabalha de professor da rede pública em 2026? Veja os estados com maiores salários do Brasil
Piso nacional do magistério subiu em 2026, mas remuneração pode variar bastante conforme estado, jornada e carreira

Seguir a carreira de professor na educação pública ainda é o sonho de muitos brasileiros que buscam estabilidade, vocação profissional e possibilidade de crescimento.
No entanto, uma dúvida comum continua aparecendo entre quem pensa em prestar concurso ou já atua na área: afinal, quanto ganha um professor da rede pública em 2026?
A resposta depende de vários fatores. O salário muda conforme o estado, a rede de ensino, a carga horária, o plano de carreira, a formação do profissional e possíveis gratificações.
Mesmo assim, existe um valor mínimo nacional que serve como referência para todo o país.
Quanto ganha um professor da rede pública em 2026?
Em 2026, o piso nacional do magistério foi reajustado para R$ 5.130,63 para professores da educação básica pública com jornada de 40 horas semanais.
Esse valor representa o mínimo nacional para profissionais do magistério público da educação básica. No entanto, estados e municípios podem pagar acima desse piso, de acordo com a legislação local e os planos de carreira.
Por isso, dois professores com a mesma formação podem receber salários diferentes dependendo da rede em que trabalham.
Estados com maiores salários para professores
Entre os estados que aparecem com os maiores salários iniciais para professores da rede estadual, Mato Grosso do Sul ocupa a primeira posição em levantamentos recentes.
O estado aparece com remuneração inicial de R$ 13.007,12 para jornada de 40 horas semanais.
Na sequência, aparecem Maranhão, com R$ 8.452,03; Pará, com R$ 8.289,86; Roraima, com R$ 7.700,47; e Mato Grosso, com R$ 7.343,44.
Esses valores consideram o início da carreira em redes estaduais e podem não incluir adicionais, gratificações, benefícios ou diferenças previstas em cada plano de carreira.
Por que os salários variam tanto?
A diferença entre os estados ocorre porque cada rede pública possui regras próprias de remuneração, progressão e adicionais.
Alguns estados oferecem vencimentos iniciais mais altos. Outros têm salários de entrada mais próximos do piso nacional, mas podem prever crescimento ao longo da carreira.
Também há diferenças na forma de pagamento. Em algumas redes, o salário aparece como vencimento básico. Em outras, pode ser composto por subsídio, gratificações, adicionais por tempo de serviço ou benefícios específicos.
Professor municipal ganha o mesmo que professor estadual?
Não necessariamente. O piso nacional vale como referência mínima, mas professores municipais e estaduais seguem planos de carreira diferentes.
Assim, um professor da rede municipal pode ganhar mais ou menos do que um professor da rede estadual no mesmo estado, dependendo da cidade, da jornada e das regras locais.
Além disso, concursos públicos costumam trazer no edital o valor exato da remuneração, a carga horária e os benefícios oferecidos.
O que observar antes de prestar concurso?
Quem deseja trabalhar como professor da rede pública deve olhar além do salário inicial.
É importante verificar a carga horária, o plano de carreira, as possibilidades de progressão, os adicionais, a estabilidade após o estágio probatório e as condições de trabalho da rede.
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