Caso de corretora que desapareceu após descer ao subsolo em Caldas Novas passa a ser investigado como homicídio
Investigação ganha novo direcionamento após um mês sem avanços

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, completa um mês e segue sob investigação da Polícia Civil (PC) em Caldas Novas, no Sul do estado.
A última imagem da mulher foi registrada na noite de 17 de dezembro de 2025, quando ela desceu ao subsolo do condomínio onde mora para verificar a falta de energia elétrica em seu apartamento.
Com a ausência de pistas concretas, a investigação passou a ser acompanhada pela Delegacia de Homicídios, que apura todas as possibilidades, incluindo a hipótese de sequestro, já que algumas áreas do condomínio não são monitoradas.
Segundo a PC, o condomínio possui apenas uma câmera e com o alcance limitado, além do que a área dos relógios de energia elétrica não tem vigilância, o que dificulta a reconstituição do trajeto feito por Daiane.
A apuração também considera conflitos anteriores no local. No ano passado, moradores chegaram a votar, em assembleia, pela expulsão de Daiane do condomínio, medida posteriormente invalidada por decisão judicial.
A corretora morava sozinha no prédio, onde administrava seis apartamentos da família, e tinha processos judiciais contra a administração do condomínio.
A Delegacia de Homicídios continua investigando o caso mas sem divulgar muitos detalhes para não comprometer o trabalho policial.
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